Este é um espaço de palavras em movimento. Aqui, a escrita não se encerra em definições — ela atravessa. Atravessa silêncios, memórias, afetos e inquietações que habitam o Ser em sua forma mais humana. Travessias do Ser nasce como um lugar de encontro entre literatura, poesia e existências. Entre o visível e o sensível. Entre o que se vive e o que se sente. Cada texto aqui é uma passagem. Um movimento entre marés internas e horizontes possíveis. Porque existir também é atravessar — e toda travessia deixa marcas, aprendizados e sentidos. Este blog acompanha um percurso literário em construção, onde se entrelaçam obras, como No vai e vem dos litorais: Histórias existenciais , reflexões e futuros escritos que ainda se anunciam no silêncio da criação. Sou Silvana Souza — contadora de histórias e escritora em travessia. Trago na palavra o gesto de ouvir o mundo e devolvê-lo em forma de poesia, narrativa e reflexão, também na leitura dramatizada que dá corpo ao texto. ...
“O litoral é vida. E há algo no mar — raso ou profundo — que também nos atravessa. Talvez porque existam paisagens que não apenas vemos, mas sentimos. Há lugares que parecem tocar silenciosamente aquilo que ainda não sabemos nomear dentro de nós.” 📖 Fragmento de No vai e vem dos litorais: Histórias existenciais (em edição) — Silvana Souza
Trecho da obra em edição Impactos do Eu: Logoterapia em Forma de Poesia ...Estamos sequelados pelos embates das polarizações em nosso palco existencial, misturando as funções do tempo pelas quais mentalmente transitamos, já que, fisicamente, a única possibilidade é o agora: estar aqui, neste exato momento — única fase plausível de execução. Passado e futuro são aves imaginárias que simbolizam nossos campos mentais, seja na vestimenta das recordações, seja nas expectativas quiméricas do porvir que tanto almejamos. Ainda assim, comumente o qualificamos, hipoteticamente, como melhor do que o hoje, quando, na realidade, ele poderá ser melhor — se lá chegarmos ou tivermos condições de realizar os planejamentos ora licenciados no presente. — Silvana Souza
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